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Junho verde: qual a diferença entre lordose e escoliose?

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Junho é o mês da conscientização mundial da escoliose.

Desde 2013, durante todos os meses de junho, hospitais, clínicas, instituições de medicina e fundações do mundo inteiro se voltam para este assunto, buscando criar uma consciência sobre esta doença, que afeta de 3% a 4% da população mundial, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Trata-se do junho verde, e no dia 27 de junho celebra-se o Dia Internacional da Conscientização Sobre a Escoliose Idiopática. No Brasil são mais de 1,6 milhão de acometidos pela doença, que não tem cura, muitas vezes é silenciosa e progressiva, mas oferece tratamento, o diagnóstico precoce e a possibilidade de viver com qualidade de vida.

O que é a escoliose?

A escoliose é uma alteração tridimensional da coluna vertebral que pode levar à sua variação angular trazendo algumas disfunções, que podem ser estéticas, cardiorrespiratórias ou musculoesqueléticas. Existem vários tipos de escoliose, mas os 3 principais são: a escoliose congênita (de nascença), a escoliose neuromuscular e, finalmente, a escoliose idiopática.

“A escoliose congênita é originada na má formação da estrutura vertebral, causada por um problema com a formação dos ossos da coluna vertebral (vértebras) ou de fusão dos ossos da coluna. É um problema de nascença”, explica o ortopedista Márcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia .

Já a escoliose neuromuscular é fruto de doenças ou distúrbios que atacam o sistema nervoso central, os nervos e os músculos, como, por exemplo, paralisia cerebral ou muscular, sequelas de doenças neurológicas e distrofia muscular. Segundo o ortopedista do CREB, este tipo de escoliose apresenta uma longa curva em forma de um “C”.

Por fim, o Dr. Márcio explica que a escoliose idiopática não tem causa conhecida, é a mais agressiva se não tratada e, por isso, ganhou um dia internacional de conscientização. “A escoliose idiopática ocorre em jovens de 0 a 18 anos. As causas são multifatoriais, difíceis de serem identificadas e apresenta problemas preocupantes, como a limitação da capacidade funcional para o trabalho e exercícios, sobrecargas articulares excessivas, o que leva a dor, à degenerações articulares precoces e a complicações respiratórias”, relata.

3 sintomas comuns da escoliose

• Ombros ou quadris parecem assimétricos;

• Coluna vertebral encurvada anormalmente para um dos lados;

• Sensação de desconforto muscular.

A diferença da escoliose e lordose

Mas qual é a diferença da escoliose e da lordose, que provoca tanta confusão entre os pacientes?

A lordose ocorre quando há aumento da curvatura da lombar na direção da frente do abdômen, o que deixa os glúteos mais destacados (a chamada síndrome do bumbum arrebitado) e a barriga mais saliente, ensina o médico do CREB. Já a escoliose é uma curvatura anormal da coluna para um dos lados, que pode ser vista quando olhamos a pessoa pelas costas.

Segundo o Dr. Márcio, na maior parte das vezes não é preciso uma intervenção cirúrgica para resolver o problema. “Mas ao menor sinal de dor, é preciso consultar um especialista. Quanto antes iniciarmos o tratamento, mais rapidamente vamos obter sucesso. Não à toa, temos o junho verde. É preciso informar e conscientizar a população sobre a saúde da nossa coluna vertebral”, finaliza ele.


Fisioterapia melhora e previne a dor ciática

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A dor ciática em geral é intensa e pode irradiar para os membros inferiores. Fruto da compressão do nervo ciático, essa dor pode ser consequência de uma série de problemas, e apenas um especialista poderá fazer o diagnóstico certo e propor o melhor t...

A dor ciática em geral é intensa e pode irradiar para os membros inferiores. Fruto da compressão do nervo ciático, essa dor pode ser consequência de uma série de problemas, e apenas um especialista poderá fazer o diagnóstico certo e propor o melhor tratamento.

A fisioterapia é uma excelente opção para combatê-la. E também é utilizada para preveni-la.

  • Na maior parte das vezes, diante de um quadro de dor ciática o fisioterapeuta irá propor exercícios específicos, controlados e progressivos. O objetivo será em um curto prazo reduzir a dor do paciente, bem como lhe dar condicionamento para que possa ajudar a prevenir futuras recorrências da dor – explica Handerson Meurer, Gerente de Fisioterapia do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Segundo ele, o exercício é mais recomendado para aliviar a dor ciática do que o repouso na cama. Isso porque a inatividade poderá piorar o quadro de dor.

  • Sem o exercício específico, os músculos das costas e as estruturas da coluna ficam descondicionados e enfraquecidos, o que pode levar a outras lesões e mais dor. O exercício de fortalecimento e alongamento é fundamental para a saúde dos discos espinhais. Ajuda a trocar nutrientes e fluidos dentro dos discos par amantê0los saudáveis e, assim, prevenir a pressão no nervo ciático, que é o que causa a dor – explica o fisioterapeuta do CREB.

A clínica utiliza protocolos que incluem a acupuntura, o RPG e a hidroterapia. Ao menor sinal de dor, um médico especialista deve ser consultado.


No CREB tratamento inclui orientação psicológica gratuita

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No CREB tratamento inclui orientação psicológica gratuita

No CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – os tratamentos são compostos por medicação, fisioterapia, orientações específicas determinadas pelo médico e psicologia. E o melhor: o serviço de orientação psicológica é gratuita para os pacientes da clínica. Basta procurar a recepção do CREB e se informar dos horários disponíveis deste serviço exclusivo.

Todo tipo de manifestação de dor deve ser escutada e acolhida

“Como podemos mensurar a dor do outro? Isso é algo bastante pessoal. Uns sentem de uma forma, outros de outra forma, cada um tem suas limitações, enfim, a dor é absolutamente pessoal. O que podemos fazer é oferecer ao paciente a escuta. Oferecemos a ele o acolhimento da sua dor. Todo tipo de manifestação de dor deve ser escutada e acolhida. A dor pode ser um grito de alerta. E precisa ser aliviada”, explica a psicóloga do CREB, Fátima Silva.

Há mais de um ano que o CREB oferece esse serviço gratuitamente, e os resultados têm sido um sucesso. Fátima garante que ao ser escutado, o paciente se sente melhor e isso pode fazer toda a diferença no tratamento de dores crônicas. “Queremos ajudar o paciente a lidar com a sua dor, com essa situação que afeta sua qualidade de vida. Aqui ele será ouvido”, garante ela. Mais informações na recepção do CREB ou pelo telefone 21 – 3182-8282.



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  • BARRA DA TIJUCA:   Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
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  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
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